RESENHA:
Primeiramente gostaria de dizer que assisti o filme faz um bom tempo, e achei fascinante como a historia se desenrolava.
Depois de muito tempo tive a curiosidade de ler o livro, mas algumas pessoas me diziam que a leitura era muito difícil e que não era para qualquer um, e como eu era preguiçoso não tive a coragem de ler.
Esse ano criei coragem e baixei no meu Kindle, fui lendo tranquilamente, quando eu percebi já tinha terminado a primeira parte em menos de duas semanas. Como o título já dizia, nessa primeira parte foi montada uma comitiva que leveria Frodo as montanha da perdição para destruir o "Um Anel", e esse grupo de pessoas receberam o nome de "A Sociedade do Anel".
Logo no prologo do livro percebemos o jeito da narrativa, que nos faz pensar que essa historia aconteceu há muito tempo, e que já é esquecida por muitos dos povos pequenos "Os Hobbits". Historias que só estão na biblioteca do Condado e na lembranças dos antecessores de Merry, Pippin, e Sam que viveram aquela aventura junto com a Comitiva.
Essa comitiva era bem diferenciada, no qual tinha um Mago chamado de Gandalf O Cinzento, Aragor heideiro de Isildur que era de uma linhagem de humano misturado com Elfo, Boromir um humano comum, Gimli filho de Glóin que era um Anão, Legolas Verdefolha que era um Elfo Silvestre, e os quatros hobbits do Condado; Frodo herdeiro de Bilbo o Bolseiro, Sam seu jardineiro e melhor amigo, e Merry e Pippin que a principio achava que eles eram só para dar alivio comico na historia, mas ao decorrer da drama mostram que tem o seu objetivo.
A muito tempo atrás o "Um Anel" foi criado por Sauron, para controlar todos os outros aneis que foram distribuídos: três aos Elfos, sete aos Anões e nove aos Homens. Aos elfos ele não pode controlar pois eram muito fortes, e aos sete anões só despertaram mais sua vontade de ter riqueza, mas não poderiam ser controlados também. Aos noves homens foi outra historia, pois eles eram faceis de se corromper e acabaram de se tornar os escravos de Sauron, que acabaram por se tornar os Nazgûl, seres extremamente maléficos.
Houve uma guerra em que humanos e elfos se uniram contra Sauron, e no mesmo ele foi derrotado e perdeu a posse do "Um Anel" e com isso as suas forças. Isildur rei dos homens pegou o "Um anel" e o possuiu, mas o anel tinha vontade própria e queria voltar para o seu criador. Assim em momento oportuno o "Um anel" traiu o rei que foi morto por Orcs, e ficou perdido por muito tempo.
Sméagol achou o Um, e por muito tempo ficou com ele, corrompendo o seu coração, e se tornar conhecido como Gollum. Por obra do acaso Bilbo, o tio de Frodo em uma de suas aventuras com os anões se cruza com Gollum e rouba o "Um anel". E por muito tempo isso fica em segredo com Bilbo, até que Gandalf descobre e o convence de abandonar o "Um" e entregar como herança a seu sobrinho Frodo.
Gandalf explica tudo ao pequeno hobbit sobre o "Um", e Frodo decide carregar esse fardo até as montanhas da perdição, onde ele foi forjado para o destruir e acabar com as forças de Sauron para sempre. E em Valfenda, Elrond um Meio-Elfo em uma reunião forma "A sociedade do Anel", que auxilia ao portador do anel segurança até o seu destino final, mas nada acontece como esperamos e nessa viajem tudo pode acontecer.
O meu primeiro contato com a Terra-média foi através dos filmes, mais com o livro me aprofudei muito mais nesse mundo. Conheci personagens que não vi nos filmes, eu ri, chorei e fiquei com medo do que poderia acontecer nas paginas seguintes. Como já li o livro "Silmarillion" antes das "As Duas Torres", tive uma maior compreensão do que aconteceu e o que vai acontecer nesse mundo magico. E se Tolkien estivesse vivo, agradeceria por ele ter criador se Universo cheio de ligações do passado com o futuro, que até parece palpável e que aconteceu de verdade.
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